O que as famílias dizem
depois de concluir
o processo de inventário.
Relatos de quem passou pela situação de organizar um espólio e encontrou no escritório o acompanhamento de que precisava.
Voltar ao inícioO que nossos clientes dizem
Relatos compartilhados por famílias que passaram pelo escritório entre junho e julho de 2025.
Perdemos meu pai em março e não sabíamos por onde começar. Ligamos para o escritório sem muita esperança de conseguir uma explicação clara logo na primeira conversa, mas foi exatamente isso que aconteceu. Saímos da reunião com uma lista de documentos e um entendimento razoável do caminho. O inventário foi feito em cartório e levou pouco menos de três meses.
Meu caso era complicado porque havia uma disputa entre os herdeiros sobre um imóvel rural. O escritório foi direto desde o início: explicou quanto custaria o processo judicial e pediu para a gente refletir se valia a pena. Acabamos optando por uma negociação com mediação, que resolveu a questão em menos tempo e com menos desgaste. Agradeço a honestidade.
O que mais me surpreendeu foi o documento que recebi após a primeira reunião. Tinha tudo — os documentos necessários, a ordem das etapas e os prazos que importavam. Nunca precisei ligar para perguntar "o que aconteceu" ou "o que falta". As atualizações chegavam antes de eu precisar pedir. Recomendo para qualquer família que esteja no início desse processo.
Minha mãe faleceu com um apartamento em Goiânia. Eu moro em São Paulo e não ia conseguir me deslocar várias vezes. Toda a parte inicial foi feita por telefone — a reunião, a assinatura de documentos foi organizada por correspondência e só precisei ir pessoalmente uma vez, para a assinatura da escritura de partilha. O processo foi mais simples do que eu esperava.
Procurei o escritório já com algum atraso — o prazo de 60 dias para abertura do inventário havia passado. Fui recebida sem qualquer julgamento. Explicaram a situação do ITCMD com a multa incluída e calcularam o impacto financeiro. O processo seguiu normalmente e foi concluído em pouco mais de quatro meses. Fiquei aliviada que não foi tão mais caro do que seria dentro do prazo.
Havia um testamento que minha irmã queria contestar. O escritório analisou o documento com cuidado e explicou, com bastante clareza, que o testamento era válido e que a contestação provavelmente não mudaria o resultado — mas custaria um valor que não se justificava. Isso não foi o que minha irmã queria ouvir, mas foi o conselho correto. Hoje, com o processo encerrado, todos concordamos que foi a decisão certa.
Exemplos de casos acompanhados
Situações reais, com detalhes alterados para preservar a privacidade das famílias envolvidas.
Inventário extrajudicial com herdeiro menor
Duração: 5 mesesUma família com três herdeiros — dois adultos e um menor de 14 anos — que queria regularizar um apartamento e um veículo. A presença do menor tornava o inventário extrajudicial inviável na forma convencional.
O inventário foi conduzido judicialmente — caminho obrigatório quando há herdeiro incapaz — mas com toda a documentação organizada de forma que o processo corresse sem complicações. A partilha foi acordada pelos herdeiros adultos com supervisão do Ministério Público.
Processo encerrado em 5 meses. Os bens foram transferidos sem intercorrências. A família compreendeu desde o início por que a via judicial era necessária e não aguardou o encerramento com ansiedade.
Sucessão com bens em dois estados
Duração: 4 mesesFalecimento de um comerciante com imóvel em Goiânia e quotas de empresa registrada no Mato Grosso. Os herdeiros não residiam em nenhum dos dois estados. Nenhum deles sabia como coordenar as obrigações em duas jurisdições.
O inventário do imóvel foi conduzido em Goiás. Para as quotas societárias, coordenamos a comunicação com advogado local no Mato Grosso para os registros específicos da empresa. Os herdeiros foram comunicados por e-mail a cada etapa e compareceram ao cartório apenas para a assinatura final.
Transferência completa dos bens em 4 meses, sem que os herdeiros precisassem se deslocar mais de uma vez. O cronograma de custas foi entregue antes do início e os valores finais ficaram dentro da estimativa inicial.
Disputa resolvida antes da sentença
Duração: 8 mesesDois irmãos em desacordo sobre a partilha de três imóveis, um dos quais havia sido reformado por um deles com recursos próprios. A questão era complexa — havia uma discussão legítima sobre o que cada um tinha direito a receber a mais.
Antes de distribuir a petição inicial, apresentamos uma análise comparando o custo esperado do litígio com o valor em disputa. Um perito avaliou o imóvel reformado. Com os números na mesa, os irmãos chegaram a um acordo antes de a ação ser ajuizada.
Processo encerrado em 8 meses com um acordo formal homologado em cartório. Os irmãos saíram do processo mantendo a relação — o que, de acordo com ambos, foi tão importante quanto o resultado financeiro.
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